Avaliação, diagnóstico e tratamento de catarata e glaucoma com abordagem individualizada, atenção à saúde ocular e acompanhamento próximo.
Catarata e glaucoma são condições oculares diferentes, mas ambas exigem avaliação oftalmológica cuidadosa. A catarata costuma causar embaçamento visual progressivo e pode ser tratada com cirurgia quando passa a interferir na qualidade de vida. O glaucoma, por sua vez, é uma doença crônica que pode evoluir de forma silenciosa e exige controle contínuo para preservar a visão.
A Dra. Ana Luiza Scoralick é médica oftalmologista em São Paulo, com atuação em glaucoma, catarata e plástica ocular. Sua trajetória reúne formação acadêmica sólida, experiência clínica e cirúrgica, pesquisa científica e cuidado individualizado.
Dra. Ana Luiza Scoralick
CRM-SP 185850 | RQE 64994
A catarata e o glaucoma estão entre as condições mais importantes da oftalmologia, especialmente porque podem afetar diretamente a qualidade da visão e a autonomia do paciente.
A catarata acontece quando o cristalino, lente natural do olho, perde transparência. Com isso, a visão pode ficar embaçada, as cores podem parecer menos vivas e pode haver maior sensibilidade à luz. Quando a catarata começa a prejudicar atividades como leitura, direção, trabalho ou rotina diária, a cirurgia pode ser considerada.
O glaucoma é uma doença que pode causar dano progressivo ao nervo óptico, muitas vezes associada ao aumento da pressão intraocular. Em seus estágios iniciais, pode não apresentar sintomas evidentes. Por isso, o diagnóstico precoce e o acompanhamento regular são fundamentais.
Em ambas as situações, a consulta oftalmológica permite avaliar exames, sintomas, histórico, riscos e possibilidades de tratamento com segurança e clareza.
A catarata ocorre quando o cristalino se torna opaco, dificultando a passagem adequada da luz e prejudicando a nitidez da visão. O paciente pode perceber visão nublada, sensibilidade à claridade, dificuldade para dirigir à noite, mudança frequente no grau dos óculos ou perda de contraste nas cores.
Quando a catarata interfere na qualidade de vida, a cirurgia pode ser indicada. Durante o procedimento, o cristalino opaco é removido e substituído por uma lente intraocular artificial, escolhida conforme as características do olho e as necessidades visuais do paciente.
A decisão sobre o momento da cirurgia deve ser individualizada. Nem toda catarata precisa ser operada imediatamente, e a indicação depende da avaliação médica, dos sintomas, dos exames e do impacto da catarata na rotina do paciente.
Agendar avaliação para catarataA catarata costuma evoluir de forma gradual. Muitas vezes, o paciente se adapta lentamente à piora da visão e só percebe o impacto quando atividades comuns ficam mais difíceis.
Sensação de névoa, perda de nitidez ou dificuldade para enxergar detalhes.
Incômodo com faróis, sol forte ou ambientes muito iluminados.
As cores podem parecer desbotadas ou com menor contraste.
Luzes e reflexos podem causar maior desconforto visual.
Alguns pacientes percebem necessidade recorrente de trocar os óculos.
Leitura, trabalho, direção e atividades do dia a dia podem ficar mais difíceis.
Na cirurgia de catarata, o cristalino opaco é substituído por uma lente intraocular. Existem diferentes tipos de lentes, e a escolha depende de fatores como anatomia do olho, exames pré-operatórios, presença de astigmatismo, estilo de vida, expectativa visual e saúde ocular.
Algumas lentes podem ter recursos específicos, como correção de astigmatismo ou ampliação de foco em determinadas distâncias. No entanto, nem todo paciente é candidato a todos os tipos de lente.
A escolha da lente deve ser feita em consulta, com explicação clara sobre possibilidades, limitações e expectativas realistas. O objetivo é definir a opção mais adequada para o caso, sem prometer independência total de óculos ou resultado visual absoluto.
Podem ser indicadas para foco em uma distância principal, conforme planejamento individual.
Podem ser consideradas em pacientes com astigmatismo, dependendo dos exames e da indicação médica.
Podem ser avaliadas em casos selecionados, considerando perfil visual, rotina e saúde ocular.
A escolha da lente depende de exames, expectativas, anatomia e segurança para cada paciente.
O glaucoma é uma doença que pode danificar o nervo óptico e levar à perda visual progressiva. Muitas vezes, evolui sem sintomas no início, o que torna o acompanhamento oftalmológico essencial, especialmente em pacientes com fatores de risco.
Diferente da catarata, o glaucoma não é tratado com uma cirurgia “definitiva” para restaurar a visão perdida. O objetivo do tratamento é controlar a pressão intraocular, reduzir o risco de progressão e preservar a visão que o paciente ainda possui.
O tratamento pode envolver colírios, laser, procedimentos cirúrgicos ou combinação de abordagens, dependendo do tipo de glaucoma, estágio da doença, pressão-alvo, aderência ao tratamento, exames e características individuais.
A perda visual causada pelo glaucoma pode ser irreversível. Por isso, diagnóstico precoce, seguimento regular e adesão ao tratamento são pontos fundamentais.
Agendar avaliação para glaucoma
O glaucoma é conhecido por sua evolução silenciosa. Em muitos casos, o paciente não percebe alterações até fases mais avançadas, quando já pode haver perda de campo visual.
A consulta oftalmológica permite avaliar pressão intraocular, nervo óptico, campo visual, exames de imagem, histórico familiar e outros fatores importantes para estimar risco e definir acompanhamento.
A pressão dos olhos é um fator importante, mas não é o único elemento avaliado no glaucoma.
O glaucoma pode causar dano progressivo ao nervo óptico, estrutura essencial para a visão.
Exames de campo visual ajudam a acompanhar possíveis perdas funcionais.
Ter familiares com glaucoma pode aumentar o risco e justificar acompanhamento mais atento.
Muitos pacientes não apresentam sintomas no início, o que torna a prevenção essencial.
O controle do glaucoma exige seguimento regular e tratamento ajustado ao longo do tempo.
Quando colírios não são suficientes ou dependendo da indicação, existem outras alternativas para ajudar no controle da pressão intraocular.
A trabeculoplastia seletiva a laser, conhecida como SLT, é um procedimento utilizado em determinados casos de glaucoma para ajudar na redução da pressão intraocular.
O laser atua na região de drenagem do humor aquoso, favorecendo a saída do líquido e contribuindo para o controle da pressão dos olhos. Pode ser considerado em situações específicas, como alternativa ou complemento ao uso de colírios, dependendo da avaliação médica.
O SLT costuma ser realizado em ambiente ambulatorial, com preparo local e acompanhamento posterior. A resposta ao laser varia de paciente para paciente, e nem todos os casos de glaucoma têm indicação para esse procedimento.
A indicação do SLT depende do tipo de glaucoma, estágio da doença, pressão-alvo e avaliação individualizada.
A ciclofotocoagulação é um procedimento a laser utilizado em determinados casos de glaucoma para reduzir a produção de humor aquoso e auxiliar no controle da pressão intraocular.
Ela pode ser considerada em situações específicas, especialmente quando o controle da pressão exige uma abordagem além de colírios ou outros tratamentos. A indicação depende do tipo e da gravidade do glaucoma, dos tratamentos anteriores, da pressão-alvo e da condição geral do olho.
Por ser um procedimento voltado ao controle da pressão ocular, exige avaliação criteriosa, explicação detalhada e acompanhamento posterior.
Nem todo paciente com glaucoma é candidato à ciclofotocoagulação. A indicação deve ser individualizada.
Em alguns casos, quando colírios e procedimentos a laser não são suficientes para controlar a pressão ocular, procedimentos cirúrgicos convencionais podem ser considerados.
A escolha da cirurgia depende do tipo de glaucoma, estágio da doença, pressão intraocular, resposta a tratamentos anteriores, anatomia do olho e risco de progressão. O objetivo é melhorar o controle da pressão e reduzir o risco de perda visual futura.
Procedimentos como cirurgias filtrantes ou outras técnicas podem ser indicados em situações específicas. A decisão deve ser tomada após avaliação detalhada e conversa clara sobre benefícios, limites, riscos e necessidade de acompanhamento.
A cirurgia de glaucoma não recupera automaticamente visão já perdida. Seu objetivo principal é ajudar no controle da pressão ocular e na preservação da visão remanescente.
Sim. Catarata e glaucoma podem coexistir, especialmente em pacientes mais velhos ou com histórico oftalmológico complexo. Quando isso acontece, o planejamento precisa considerar as duas condições ao mesmo tempo.
A presença de glaucoma pode influenciar decisões relacionadas à cirurgia de catarata, escolha da lente intraocular, acompanhamento pós-operatório e controle da pressão ocular.
Da mesma forma, pacientes com catarata podem precisar de avaliação do nervo óptico, campo visual e pressão intraocular para investigar ou acompanhar glaucoma. A avaliação individualizada é essencial para definir prioridades, momento de tratamento e estratégia mais segura.
O cuidado em catarata e glaucoma envolve mais do que o procedimento em si. Exige exames, planejamento, explicação clara, acompanhamento e ajustes ao longo do tempo.
Na catarata, os exames ajudam a calcular a lente intraocular e avaliar a saúde geral do olho. No glaucoma, exames como medida da pressão intraocular, avaliação do nervo óptico, campo visual e imagem estrutural são importantes para acompanhamento.
A tecnologia auxilia a tomada de decisão, mas o centro do cuidado continua sendo a avaliação médica individualizada. Cada olho tem características próprias, e cada paciente traz uma história, uma rotina e uma necessidade visual diferente.
CRM-SP 185850 | RQE 64994
A Dra. Ana Luiza Bassoli Scoralick é médica oftalmologista em São Paulo, com atuação em glaucoma, catarata, plástica ocular e avaliação de alterações relacionadas às pálpebras.
Graduou-se em Medicina pela Universidade Federal de Juiz de Fora, realizou residência médica em Oftalmologia pela Santa Casa de Belo Horizonte e concluiu mestrado em Oftalmologia e Ciências Visuais pela UNIFESP / Escola Paulista de Medicina.
Sua trajetória inclui fellowship em glaucoma, aperfeiçoamento em glaucoma infantil/congênito, produção científica em periódicos indexados, experiência como revisora de publicações científicas e atuação como preceptora clínica e cirúrgica de residentes e fellows em oftalmologia.
A Dra. Ana Luiza Scoralick atende em São Paulo, na região da Vila Nova Conceição, em estrutura voltada ao cuidado oftalmológico, diagnóstico, acompanhamento e orientação de pacientes com catarata, glaucoma e outras condições oculares.
Endereço:
Rua Dr. Alceu de Campos Rodrigues, 229/103 — Vila Nova Conceição, São Paulo — SP, 04544-000
Telefone:
(11) 98941-5926
A Dra. Ana também possui relação profissional com a Prata Oftalmologia, clínica oftalmológica em São Paulo dirigida pelo Dr. Tiago Prata. A menção é feita apenas como referência institucional relacionada à sua atuação médica; a marca Ana Scoralick Plástica Ocular é uma entidade própria e separada. Ver relação institucional com a Prata Oftalmologia.
A experiência de outros pacientes pode ajudar a compreender a forma de atendimento da Dra. Ana Luiza Scoralick, especialmente em relação à clareza das explicações, atenção durante a consulta e acompanhamento ao longo do tratamento.
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Catarata é a opacificação do cristalino, lente natural do olho. Ela pode causar visão embaçada, sensibilidade à luz, perda de contraste e dificuldade para realizar atividades do dia a dia.
A cirurgia pode ser indicada quando a catarata interfere na qualidade de vida, na visão funcional ou em atividades como leitura, direção, trabalho e rotina diária. A decisão depende da avaliação oftalmológica.
Na cirurgia de catarata, o cristalino opaco é removido e substituído por uma lente intraocular artificial. A técnica, a lente e os cuidados dependem da avaliação médica e dos exames pré-operatórios.
A escolha da lente intraocular depende da anatomia do olho, exames, presença de astigmatismo, necessidades visuais e expectativas do paciente. Nem todos os pacientes são candidatos a todos os tipos de lentes.
Glaucoma é um grupo de doenças que pode causar dano ao nervo óptico e perda progressiva da visão. Muitas vezes, evolui sem sintomas no início, por isso o acompanhamento regular é fundamental.
O glaucoma não tem cura definitiva, mas pode ser controlado em muitos casos. O objetivo do tratamento é reduzir o risco de progressão, controlar a pressão ocular e preservar a visão remanescente.
Não necessariamente. A visão perdida pelo glaucoma geralmente não é recuperada. O objetivo dos tratamentos é controlar a pressão ocular e reduzir o risco de novas perdas.
SLT é a trabeculoplastia seletiva a laser, um procedimento que pode ajudar a reduzir a pressão intraocular em casos selecionados de glaucoma, favorecendo a drenagem do humor aquoso.
Em alguns casos, o SLT pode reduzir a necessidade de colírios ou ser usado como complemento ao tratamento. A indicação depende do tipo de glaucoma, pressão-alvo e avaliação médica.
Ciclofotocoagulação é um procedimento a laser utilizado em determinados casos de glaucoma para reduzir a produção de humor aquoso e auxiliar no controle da pressão intraocular.
Sim. Catarata e glaucoma podem coexistir. Quando isso acontece, o planejamento precisa considerar as duas condições, os exames, a pressão ocular e as necessidades visuais do paciente.
A avaliação pode ser agendada pelo WhatsApp da equipe. Durante a consulta, a Dra. Ana analisa sintomas, exames, histórico ocular e possibilidades de tratamento. Agendar avaliação.
Se você tem diagnóstico de catarata, suspeita de glaucoma, pressão ocular elevada, histórico familiar ou sintomas de alteração visual, o primeiro passo é uma avaliação oftalmológica individualizada.
A Dra. Ana Luiza Scoralick avalia cada caso com atenção à saúde ocular, aos exames, às necessidades visuais e à segurança da indicação.